Pensando
em Lirismo como uma fusão entre palavra e a musicalidade do Poetar, O Azul do Firmamento seria uma Crônica
Lírica, no sentido que usa recursos da Poética, como ritmo, musicalidade e
intertextos de fragmentos poéticos, em diálogo com uma imagem de grande carga
sentimental.
Notem
que o estilo deste texto não se aproxima do gênero literário conhecido como
Prosa Poética, que é caracterizado pela presença de parataxe – sequência de
frases ou períodos, geralmente simples e curtos, sem conjunções coordenativas
ou subordinativas.
E
os não-ditos, do Poetar-Pensante-Reflexivo?
Bem,
ficam como a foto imaginária ou real, inspiradora destas reflexões
fotográfico-poético-sentimentais.
Luzes
de Papel...
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