...são signos, que muitos
erroneamente chamam de Avatares – estes, as encarnações budistas, não
escolhemos – que são maneiras de dizer o que não deve ser dito ou não queremos
dizer explicitamente. No fundo, pequenas
censuras permitidas ao nosso “Eu” íntimo.
Nestas
revelações, acabamos muitas vezes misturando signos objetivos que nos
representam profissionalmente, criados dentro de uma técnica de comunicação
visual, com as representações de nossa “desrazão”, a voz do inconsciente,
liberando as diferentes “Personas” que nos habitam.
Assim, aquela jovem
senhora, inteligente e profissional pode desnudar-se: ora revelando ser
sedutora e artisticamente sexy, ora esportiva.
Noutro dia, engajada musa militante.
Pode cantar odes à beleza da Natureza, apresentando-se com um olhar
“orgânico”, mas carregado de um certo erotismo.
No
dia seguinte, elegante e clássica.
E
seu perfume a inebriar...
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