domingo, 2 de julho de 2017

Diálogos Imaginário de um Escritor de Poucos Leitores


Livro Digital ou Analógico?

             Este é um convite para me acompanhar nesta jornada poética, viajando no espaço-tempo do nosso mundo de imagens.  Nestas páginas encontrará a Memória, Saudades, Tristezas, mas também encontrará o Amor e Beleza.


          Li seu livro em duas pegadas.  Eu já tinha apenas folheado e brincado com ele.  Mas neste fim de semana fiquei preguiçosamente na cama assistindo a filmes e lendo o livro.  Por sinal, muito acolhedor.
          Não foi difícil seguir a leitura, já que as letras grandes, na tela do laptop, permitiam fluência na apreciação do texto.
          Quando falava da técnica fotográfica era sempre apoiado em ilustrações, o que dava veracidade à Arte.
          Posso imaginar a felicidade de tê-lo concluído: para tanto, precisa-se de “gavetas” fabulosas.
          Pois é, a arte de guardar mimos e oferecê-los em livros, transcritos pelo sentimento próprio, tudo construído com o tempo, e reunidos posteriormente, tantas publicações e imagens soltas, dão esta possibilidade, talvez inesperada.  Não sei, mas o que se comprova é que a vida é para ser vivida.
          Em suas páginas é que construímos a imagem transformada de nós.  O que somos menos importa, mas como vemos.
          Agradecida pela leitura, aguardo o próximo:

“Tal luz na pedra escura a História passa”

Ah, senti falta de pegá-lo em minhas mãos.  Ainda hei de me acostumar com a nova era digital.

Grande Beijo para você.


          Eu não falei, que você era minha querida leitora especial?
Maravilhosos seus comentários.  Já valeu a pena ter escrito e juntado tudo isto, só de saber que fez parte de sua tarde de preguiçoso merecido descanso.
          As imateriais páginas digitais agradecem, sentindo o seu pegar, o passar das folhas, o seu arfar...
          Cada um escreve por uma razão.  Mas a minha preferida é juntar histórias, fatos, um pouco de cada um que acaba falando um pouquinho nos textos.  Nada invento, apenas abraço o que vejo ou leio, mesmo à distância, assim, assim...mesmo.
          Ainda bem que tenho você que transita por vários assuntos, pela escrita, pelas imagens, pelo real ou imaginário, passado, presente ou futuro.
          Vou guardar seus comentários no baú das minhas grandes homenagens.

          Como curiosidade, você no final escreveu com doces palavras o que Humberto Eco escreveu um tanto tecnicamente.  Ver abaixo:

“Como é belo um livro que foi pensado para ser tomado nas mãos, na cama, até num barco ou onde não existem tomadas elétricas.  Até onde e quando qualquer bateria se descarregou.  Suporta marcadores e cantos dobrados, pode ser derrubado no chão, abandonado sobre o peito ou joelhos quando caímos no sono”.
A memória vegetal e outros escritos sobre bibliofilia, Humberto Eco, 2010.

Um Grande Beijo real e não digital para você.

E até um próximo livro para você usar marcadores e escrever observações...


A Leitora. Renoir

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